Reborn: Evolving From Nothing – Capítulo 33

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Reborn: Evolving From Nothing - Capítulo 32
Reborn: Evolving From Nothing - Capítulo 34

Ative o Modo Noturno

       

Tradução: Denn | Revisão: The Careca


Cidade Potor

O Planeta Taprisha era extremamente estranho, e sua forma e design estranhos faziam parte do motivo pelo qual a Autarquia de Borrel não lutava pelo controle dele. Havia recursos raros que podiam ser encontrados nas profundezas dos oceanos de nada, mas o perigo era bastante extremo. Do calor flutuante do centro do planeta, às feras estranhas que habitam a terra, até às tempestades devastadoras e poderosas criadas pelas leis do universo.

Taprisha tinha outra função, no entanto, que a separava de outros planetas. Um grande número de pontes mundiais conectava-se a Taprisha.

Vinte e três pontes mundiais separadas, ligavam mundo após mundo, surgindo de vários locais na superfície de Taprisha. Taprisha serviu como um dos melhores mundos de transporte, se alguém tinha a intenção ir de um lugar para outro rapidamente.

Perto de cada uma das 23 pontes mundiais havia cidades enormes, cheias com um número incontável de pessoas. Não havia grandes nações governadas por reis em Taprisha, mas sim 23 Lordes governantes.

Cada Lorde controlava uma Cidade e uma grande parcela de terra, dominando qualquer outra ilha próxima e seus recursos. Todos os 23 Lordes eram poderosos Magos ou tinham Magos poderosos sob eles.:speech_balloon:

Dorian acabara de chegar do lado de fora da cidade Potor e estava, mais uma vez, esperando em uma fila.

“Vamos cavalgar até a cidade, e então é aí que nos separamos, senhor Dorian.”

A voz de Clarence era calmante e calma, o tipo de voz que se ajustaria bem a um comerciante. O Aethmen se aproximou de Dorian, dando-lhe um sorriso caloroso.

“Eu não posso agradecê-lo novamente pelo socorro que você nos forneceu. Sem seus esforços, minha esposa e minha filha, junto com os guardas que contratamos, teriam perecido.”

As ações de Dorian, de fato, salvou todas as suas vidas. Milagrosamente, apesar do ataque dos clones de Mello, nenhum dos guerreiros Aeth havia morrido. Vários deles ficaram feridos e precisariam de tratamento, mas nada urgente.

“Não foi nada.”

Dorian deu-lhe um sorriso caloroso, balançando seus braços.

Por alguma razão, ele se sentia vagamente desconfortável em uma forma humanoide. Depois de viver como uma fera por tanto tempo, era uma mudança estranha olhar para o mundo a partir dessa perspectiva.

Ele não pôde deixar de sentir um desejo de retornar à sua forma Dragão Myyr.

Era estranho. Em seu núcleo, em sua vida anterior, ele havia sido um ser humano.

Mas o que ele era agora?

Até mesmo Dorian não sabia a resposta para essa pergunta.

Ele refletiu sobre esses pensamentos enquanto esperava pacientemente na fila. Esta seria a primeira vez que ele entraria em uma cidade, e Dorian não podia deixar de estar bastante animado em ver como as pessoas viviam nesse universo, e quão diferente seria.

¤¤¤

Vários milhares de metros acima, uma leve mancha negra podia ser vista na luz da tarde. Se olhássemos atentamente para essa mancha, com um conjunto poderoso de olhos, era possível notar que essa mancha tinha um par de asas, borrando para dentro e para fora da visibilidade.

Se tivéssemos olhos ainda mais fortes, poderíamos ver uma pequena caveira cristalina e um conjunto de penas estranhas e transparentes. O aspecto característico da criatura incomum e exótica conhecida como Águia Cristalina.

“Deve ser você, né? Você chegou antes do Número Onze.”

O pássaro grasnou. Sua voz distorcida e mal compreensível.

“Ainda na sua forma Titã… Eu acho que faz sentido, já que você teve que passar o portão. Tentar atravessar em uma forma de animal chamaria muita atenção.”

O pássaro assentiu com a cabeça sabiamente enquanto flutuava no espaço, com os olhos penetrando para baixo.

“Mas você ficou com aqueles Aethmen e outros humanoides? Meu irmão tolo e ingênuo. Você não pode confiar neles. Talvez você ainda possa ser salvo.”

Um sorriso torcido apareceu no rosto do pássaro.

“Eles são apenas presas para promover nosso crescimento à perfeição. Todos eles, treinando suas almas para uma alimentação madura. Humanos, Aethmen, Titãs, Vampiros e Sombras. Não há sentido em fazer amizade com as presas.”

O pássaro balançou a cabeça

“Permita-me ajudar a mostrar sua verdadeira natureza.”

¤¤¤

Os guardas na entrada da cidade eram semelhantes aos guardas da Ponte Mundial. Eles eram em sua maioria humanos, muitos deles vestidos com armaduras de couro cinza com espadas na cintura. Vários Magos estavam no topo do portão de pedra, olhando para baixo, enquanto um único mago estava com os guardas no chão.

As paredes da cidade não eram grandes comparadas às paredes que bloqueavam a Ponte Mundial. Elas tinham cerca de 13 ou 14 metros de altura, uma altura relativamente pequena. Elas eram longas, no entanto, estendendo-se por uma imensa distância para cercar completamente a cidade enorme.

Enquanto Dorian e seu grupo se moviam para frente da linha, ele notou, com um ligeiro começo, que o Mago no chão não era um humano como ele pensava. O tom de pele levemente acinzentado, ao lado das finas características do homem, revelou o fato de que ele era um vampiro. O mesmo se aplica aos Magos no topo da entrada. Eles eram todos vampiros.

“Certo, certo.”

Ele mentalmente assentiu. Este era o território da Família Aurélio. Era natural que ele encontrasse mais vampiros aqui. Eles provavelmente eram uma visão comum. Ele franziu a testa, imaginando o que aconteceu com o par de vampiros que ele havia colocado para correr antes.

“Siga em frente, siga em frente.”

Sua caravana chegou à frente da linha. Como antes, eles passaram por uma inspeção similar. Os guardas interrogaram brevemente, assim como os mercadores.

“Oh, um Titã, isso é incomum nessas partes. O que o traz a Cidade Potor?”

Um dos guardas perguntou, acenando para ele casualmente.

Dorian respondeu o mesmo que antes, que ele estava procurando trabalho com a Família Aurélio. O guarda assentiu e fez mais algumas perguntas antes de acenar para ele. Pelo menos ele não precisava de um suborno para entrar na cidade.

Apesar da aparente falta de cuidado do guarda, Dorian não deixou de notar que, lá em cima, os Magos que estavam no topo do portão observavam todos com olhos que perfuravam tudo. Enquanto ele não era extremamente sensível à magia, pelo menos não em sua forma de Titã, ele podia sentir vagamente que eles estavam lançando magias lá de cima.

Se ele tivesse que apostar um palpite, provavelmente era alguma forma de magia projetada para ver através de disfarces ou mentiras, para caçar criminosos.

Ainda assim, ele conseguiu passar sem problemas.

O que se desdobrou diante de sua visão enquanto caminhava pelos portões só poderia ser descrito como um enorme choque.

Pessoas. Inúmeros e enormes números de pessoas, indo e vindo, de todas as direções. Ele viu humanos, vampiros, mais daqueles seres de pirita, alguns grupos de Aethmen, até mesmo um humanoide com escamas que Ausra identificou como Draconianos.

Uma enorme variedade de pessoas se movia ao longo de uma estrada grande de vinte metros de largura que se estendia para baixo e fora de vista por quilômetros. Esta estrada parecia ser feita de pedra cinza pavimentada, bem desgastada com o tempo. Em ambos os lados da enorme estrada, grandes edifícios de pedra branca ou cinza de uma variedade de formas podiam ser vistos.

Muitos dos edifícios tinham grandes placas flutuando sobre eles ou sobre a rua. Ele viu alguns que anunciavam serviços de ferreiro, outros para restaurantes ou lanchonetes, e outros ainda para hospedarias. Ele viu algumas lojas chamadas “Lojas de Sangue”, que ele supôs terem algo a ver com os vampiros e a magia de sangue, e alguns outros tipos menos comuns de lojas, como lugares para comprar roupas, outros ingredientes mágicos, remédios.

A próxima coisa que ele notou foi o barulho.

Era bastante barulhento.

As pessoas gritavam, falavam, choravam, gritavam números, rugiam de raiva para as pessoas em seu caminho. A variedade de carroças ou carruagens descendo o centro da rua, arrastados por magia, cavalos, lagartos escalonados ou outros tipos de criaturas fantásticas. Era uma visão muito diferente até mesmo das cidades mais populosas que ele esteve na Terra.

Dorian esteve vivendo sozinho por várias semanas na natureza.

O choque da transição para uma cidade lotada e animada foi chocante para ele e o surpreendeu por uma fração de segundo.

Ele saiu rapidamente, no entanto, recuperando o foco.

“Obrigado, mais uma vez, pela ajuda que nos forneceu. Se você precisar de alguma ajuda enquanto estiver aqui, por favor, não hesite em nos encontrar ao lado da Loja de Costuras de Heldon.”

O mercador Aeth se aproximou, dando instruções a Dorian. Atrás dele estavam sua esposa e sua filha, movendo-se pela rua enquanto esperavam que as carroças passassem pelo portão. A filha deles estava rebolando enquanto movia os pés com os passos de dança que Dorian ensinou a ela. Ele enviou-lhe um aceno de aprovação.

O Aeth valorizava muito a lealdade e o respeito. Parecia que Dorian realmente causara uma boa impressão nesse par de comerciantes em particular, embora se perguntasse se era a sua alma que torcia o destino agindo.

Até mesmo o guarda do mago Lor chegou, dando-lhe um aceno agradecido e um firme aperto de mão.

“Vou manter isso em mente.”

Dorian deu-lhes um sorriso amigável. Talvez ele mantivesse as dicas em mente, embora, mais do que provável, ele estaria fora desta cidade em um dia ou dois. Ainda assim, o casal foi muito cortes.

Depois de se cumprimentarem, o mercador Aeth partiu, indo em direção a sua casa com seus bens. Os guardas Aeth o seguiram, sua missão estava incompleta até que terminassem o transporte.

Dorian observou-os ir com um sentimento de satisfação. Ele tinha, no mínimo, salvado suas vidas e feito algo de bom. Isso era algo para se agradar.

“Hey, sai do meio do caminho!”

Um rude transeunte humano interrompeu os pensamentos de Dorian, esbarrando nele enquanto ele ficava do lado da rua.

Infelizmente para o transeunte, o corpo de Dorian era extremamente pesado. Dorian não se mexeu, enquanto o homem tropeçou, quase caindo.

“Você está bem?”

O homem, vestido com calças de couro marrom e camisa cinza, levantou-se e, depois de olhar para ele, saiu rapidamente. Dorian encolheu os ombros enquanto o observava sair, estendendo as mãos em um gesto impotente. Ele era realmente tão assustador que as pessoas foram enviadas fugindo apenas de relance?

Sua forma de Titã não estava totalmente desenvolvida. Quando jovem, ele parecia muito mais próximo de um ser humano comum do que qualquer outra coisa, apesar de ter a pele vermelha clara e músculos volumosos.

De acordo com Ausra, seu próximo estágio de crescimento o levaria ao status de ser assustadoramente alto. O Mago Titã que o atacara estava em uma forma “Condensada”, seu corpo era muito menor do que normalmente seria.

Um Titã totalmente crescido era uma monstruosidade enorme que se elevaria facilmente sobre humanos normais.

Dorian olhou ao redor da rua movimentada e começou a descer. Várias estradas se ramificavam da rua, levando a outros setores da cidade. Ele tinha uma visão geral de como era a cidade e tinha uma idéia de onde ele queria ir.

Esta era a rua principal de Potor, a primeira rua que alguém via quando chegava da Ponte Mundial pela entrada leste da cidade Potor. Milhares de lojas de vários tipos podiam ser encontradas ao longo de tantas milhas de distância.

A maioria deles estava superfaturada, no entanto, com a intenção de pegar as pessoas que viajam entre os mundos.

Clarence recomendou que ele descesse uma das ruas laterais, para o Setor Norte da cidade. Aparentemente esta área servia mais para mercenários e aventureiros, Magos viajantes e guerreiros errantes.

Ele começou a ir até lá com um propósito, seus olhos brilhavam.

O primeiro lugar que ele verificaria era uma daquelas lojas de Magia de Sangue. Afinal, por que se dar ao trabalho de caçar bestas por suas linhagens quando ele poderia pagar por elas?

“Capitalismo é o melhor. Foice e Martelo são pra idiotas sem cérebro.”

Ele assentiu alegremente.

¤¤¤

“E então?”

Ralf Tornstrew olhou impaciente para a posição humana à sua frente. O homem usava uma roupa indescritível, fazendo-o parecer com qualquer outra pessoa normal. E, no que dizia respeito a Ralf, ele era como qualquer outro humano. Tropeçando, incapaz de entender a verdadeira elegância da vida.

Eles estavam atualmente em um beco perto da muralha da cidade.

“As informações que você nos deu foram precisas.”

O humano disse, olhando para cima. Ele tinha um rosto simples e esquecível, com uma pequena barba castanha. Bem, o rosto dele podia ser memorável, mas Ralf não podia se incomodar com isso.

“Ele é um Titã puro-sangue, com um corpo que está pelo menos na Classe Mestre. Ele é jovem, não é adulto ainda. Ele parece inexperiente.”

O humano continuou. Ele era um membro da Associação de Escoteiros de Potor, às vezes chamado ironicamente de Guilda dos Ladrões. Um grande bando de aventureiros que fariam qualquer coisa por ouro, bem conhecido em Potor.

Um bando de fracos, sim, ele reconheceu mentalmente, mas eles tinham seus usos. Os membros eram hábeis e ágeis, capazes de pegar coisas com pouca informação. Foi por isso que Ralf teve um mensageiro de prontidão em todos os momentos. Ele sacudiu os pensamentos de sua mente, no entanto, enquanto sorria para o homem.

“Excelente trabalho.”

Ele hesitou por um breve momento. Ele tinha esquecido o nome do homem. Ralf deu de ombros, continuando.

“Eu já paguei a guilda, você pode cobrar suas taxas deles.”

Ele acenou para o homem quando ele saiu do beco, seus olhos brilhavam.

Ele enviara o mensageiro para verificar se a informação que um de seus subordinados recebera era verdadeira. Ralf era um Vampiro de Classe Grande Mestre, que trabalhava de guarda nas muralhas da cidade, uma punição do Lorde da Cidade depois que ele foi pego desviando fundos para seus próprios experimentos. Ele estava preso lá cinco dias por semana, por no mínimo 10 anos, forçado a escanear os visitantes e procurar por pessoas tentando se infiltrar na cidade.

Já fazia dois anos desde que seu serviço começou e ele já estava entediado. Como membro da Família Aurélio, fugir não era uma opção. A menos que ele avançasse para a Classe Lorde, ele ficaria preso aqui por anos a fio.

No entanto, parecia que sua sorte havia mudado. Essa dica que os guardas haviam recebido tinha sido precisa. O Titã que estava entrando na cidade não era um Titã comum, mas um puro-sangue com força na Classe Mestre, e era um viajando solitário. Melhor ainda, não era um mago. Ninguém sentiria falta se desaparecesse.

Um Titã puro-sangue com sangue de Classe Mestre… Só de pensar em como o sangue poderia ser útil, ele sentiu arrepios na espinha.

No entanto, o Titã tinha entrado na cidade com alguns Aethmen, de acordo com o que os guardas haviam dito a ele. Ralf franziu o cenho para isso. Parecia que ele precisaria amarrar algumas pontas soltas primeiro.

[Denn – Concordo com o autor quanto a algumas pessoas serem sem cérebro kkkk]

[Careca – isso vai dar uma merda….]

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Leitor inveterado Veterano na fundação da internet: "na minha época, isso tudo aqui era mato" Traduz, revisa, erra, conserta e ri.