Play Again – Capítulo 23

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Play Again - Capítulo 24

🌞 Ative o Modo Noturno 🌚


Autor: Kyoua | Revisão: Denn


O Pequeno Barock

A carruagem finalmente havia chegado na capital do reino, Samsara. Mirela pagou o homem que os trouxe até aqui, e depois eles caminharam até o hotel mais próximo.

“Esse lado da cidade é muito mais rico do que aquele que eu fiquei antes… isso é realmente uma bela de uma covardia hein… “vendo aquelas casas enormes e estruturas gigantescas… Não parecia em nada com a região onde ele havia ficado antes.

“Se não me engano, Jacule o encontrou na região de Sisifo. É um bairro comum, mas foi lá onde nasceu um antigo guerreiro lendário com o mesmo nome. Então pode ser considerado um dos locais mais belos de se visitar no nosso reino. “ Mantendo o peito estufado e um olhar zombeteiro na direção do rapaz, ela explicou.

“Sisifo… não é um nome ruim. Eu gostaria de visitar novamente depois. Com meu ouro atual, eu poderia fazer uma visita realmente grandiosa ao Sexy Club das gatinhas…” o espirito de Yukio se renovou, e ele lembrou que viver é realmente maravilhoso.

“A mansão de Câncer fica mais próxima a região de Sisifo. Porém não devemos passar por lá. O regente de câncer é uma pessoa louca e que devemos evitar. Nossa prioridade é a mansão de Escorpião. Mantenha isso em mente. “ Disse ela ainda com o tom zombeteiro de antes.

Logo eles chegaram ao hotel. Esse parecia bem maior do que o hotel onde Yukio ficara anteriormente. Seu balcão de mármore, e três empregados a mais provavam isso.

Após pegarem as chaves de seu quarto, a primeira coisa que ele queria fazer era dá uma volta.

Pelo que ele entendeu, a região de Sisifo não ficava a mais de trinta minutos a pé. Era praticamente a distância de um bairro para outro em sua vida anterior.

Então após arrumar e limpar o seu quarto ao nível onde o chão brilhava intensamente, ele finalmente desceu para o andar de baixo.

“Impressionante, jovem! Impressionante! “ Algumas vozes femininas soaram alto e atordoaram Yukio por um momento.

Um grupo de mulheres rodeava um jovem de cabelos escuros e de pele pálida. O jovem tinha poucos traços masculinos, e naquele momento, ele segurava uma agulha e estava fazendo crochê.

“Essa é uma arte esquecida no meu mundo anterior. E pensar que eu veria isso aqui… “ como máquinas podiam fazer milhares de roupas por dia. A necessidade do crochê era nula em seu mundo anterior.

Mas aqui, parecia ser uma arte muito valorizada.

O rapaz movia suas mãos rapidamente. A agulha seguia puxando fio após fio em uma velocidade impressionante.

Até mesmo Yukio precisou admitir que aquilo poderia ser considerado incrível. O garoto não era diferente de uma máquina!

Em poucos segundos, pronto!

Um belo vestido azul com detalhes floridos foi feito. O belo rapaz entregou para uma mulher a sua frente, que quase chorou de felicidade.

“Ah pequeno Baro… não precisava mesmo desse presente… eu agradeço muito “ a mulher se abraçava com aquele vestido como se fosse um tesouro. Mas não era para menos.

O vestido era tão lindo que não perderia em nada para os que haviam na terra.

“Mesmo que não seja minha preocupação principal, eu deveria pedir para esse moleque costurar algo para mim depois. Afinal não posso ficar só revessando entre as roupas de trabalho e as roupas que eu trouxe para esse mundo! “ Acenando positivamente com a cabeça, ele havia decidido encomendar algumas coisas.

Ele tentou se aproximar, porém…

“Senhoritas, por favor… “ As mulheres bloqueavam seu caminho, e ele mal podia respirar no meio daquela comoção.

Foi então que uma mulher loira percebeu aquele rapaz sendo esmagado no meio de todas elas, e o ajudou.

“Meninas, com calma! “ Ela se afastou e puxou uma colega junta. Yukio finalmente lembrou como era bom respirar…

Se livrando daquele grupo e chegando a frente enquanto respirava profundamente, ele levou sua mão para frente.

“Sasaki Yukio, prazer “ Como ele não usava seu terno de trabalho. O jovem a sua frente encarou suas roupas e seu rosto por alguns segundos, antes de falar;

“Uau… você é tão belo. De onde você vem? “

*cof* *cof*

Vendo a outra parte o elogiar assim, como qualquer homem não ficaria surpreso?

“Haha, você achou mesmo? É verdade, eu sou um belo pedaço de carne, até! “ Verificando cada detalhe do seu corpo, ele acenava com a cabeça orgulhosamente.

“Espere, eu não vim aqui para isso! ” Tossindo um pouco, ele retomou a conversa normalmente.

“Eu vim de muito longe. Longe o suficiente para que você desconheça. Eu me interessei bastante pelas suas incríveis capacidades. Gostaria de saber se você não estaria disposto a me vender algumas roupas. “

Ouvindo aquelas palavras. Muitos homens que estavam apenas comendo ou bebendo pararam o que estavam fazendo. Seus olhares caminharam para aquela mesa e todos eles pareciam confusos.

As mulheres também não ficaram muito diferentes. Abriram um pouco sua boca, mas não disseram nada.

“De onde o senhor vem… os homens trabalham com crochê? “ Os olhos daquele rapaz brilharam como um cristal raro. Seu rosto ficou avermelhado e ele levantou-se rapidamente.

“Claro. Todo mundo trabalha com o que quiser. Desde que seja bom nisso. E você, meu caro, é incrível nisso! “ Dando uma tapinha no ombro da outra parte, Yukio sorriu de volta.

“BAROOOCK! BAROCK! SEU FEDELHO INUTIL! “ Um homem alto e robusto, vestindo uma luxuosa roupa preta entrou no hotel gritando.

“Senhor por favor, mantenha a calma… “ os empregados tentaram acalmar o homem, mas suas tentativas foram em vão.

“Barock, novamente fazendo crochê? O que você é? Uma maldita menininha? Você tem o meu sangue dentro de seu corpo, um sangue de um barão! Você deveria estar praticando cavalaria, e não essa merda! “ O homem cuspiu no chão. E puxou um chicote que estava preso a seu cinto.

“Oh, que cara asqueroso… “ Yukio franziu as sobrancelhas. Mas não disse nada sobre o assunto.

“Pai… eu já me decidi. Mesmo que o senhor me renegue. Eu irei trabalhar com crochê! “ Respondeu firmemente Barock.

“Audacioso! “ O chicote foi na direção do jovem, e acertou o seu corpo com força, causando um alto estalo e rasgando um pouco da sua roupa.

“Pai… “ Se ajoelhando na frente de seu progenitor, ele mordeu os lábios com força.

“Eu realmente vou trabalhar com crochê! “ Gritou ele, enquanto um pouco de sangue descia de sua boca.

“E onde diabos você vai trabalhar? Eu quero ver quem ousa contratar os seus serviços! Seja lá quem ousar pagar este moleque desprezível, será morto pelas minhas mãos! “ O homem rugiu para todos do hotel, e voltou a golpear na direção de seu filho.

Dessa vez o homem estava desnorteado, e por sua raiva, o chicote acabou indo em uma direção errada. Acertando o rosto de outro rapaz que estava ao lado observando a situação.

*Pah*

Sangue desceu do rosto de Yukio. Foi um pequeno arranhão, bem limpo e vermelho.

“Runf! Saia daqui! Não me responsabilizarei por curiosos como você! “ Rugiu o homem.

Com o rosto um pouco levantando, enquanto as gotas de sangue desciam lentamente e caiam no chão. O rosto de Yukio ficou cada vez mais escuro.

Barock se adiantou rapidamente e segurou no ombro da vítima que não tinha nada a ver com o assunto.

“Me desculpe, você está bem? “

“Eu me pergunto se você pedirá desculpas agora, ou não “Disse ele friamente enquanto olhava na direção do Barão.

No andar de cima, Mirela estava bebendo suco de laranja enquanto observava pela janela. Ela podia ver que alguma comoção estava acontecendo.

“Oh, talvez algum idiota tenha entrado? Tudo bem, afinal é só ele mostrar o símbolo de aquário e tudo fica tranquilo. Só espero que ele não seja o culpado e manche o nosso nome “ Suspirando profundamente, ela podia apenas acenar com a cabeça.

“Não, isso é impossível. Apesar de tudo, ele não é um completo idiota. Ele deve saber os seus limites e quando deve ou não agir. Eu acredito fielmente que ele não vai arrumar uma briga no primeiro hotel em que parou! “

Após finalmente se acalmar um pouco, ela abriu um livro e começou a ler, deitando-se na cama, ela começou a relaxar.

“Eu vou ao menos aproveitar a minha hora de descanso… ainda são sete da manhã, certo? “

E esse foi o estado perfeito do relaxamento humano. Um estado que apenas Yukio, ou os responsáveis pelos Correios, eram capazes de ter.

“Desculpas? quem você acha que eu sou? Eu sou o Barão da Classe E, Baralo! “ Rugindo, o homem golpeou com o chicote mais uma vez na direção de Yukio.

No andar de baixo, todos que observaram a cena ficaram em choque.

O jovem respondeu com tanta frieza e o barão golpeou novamente. As mulheres ao lado correram e começaram a gritar por ajuda.

Mas então, todos podiam ver uma leve escuridão no rosto daquele jovem tolo, e em seguida, dois pequenos brilhos vermelhos, que eram semelhantes a dois rubis.

O velho barão sentiu que tudo passava mais lentamente, e suor desceu de sua testa, ele encarava o rapaz a sua frente, temendo que pudesse o perder de vista.

“Play Again.”


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