Noite de Halloween, O árduo caminho da Coragem: Capítulo 77

78
Noite de Halloween, O árduo caminho da Coragem: Capítulo 76
Noite de Halloween, O árduo caminho da Coragem: Capítulo 78

Autor: Allan | Revisão: Allan

Cap.77

Guerra a 3.

— Vocês dois armaram para Isabel!

— Ficou louco? Quem iria armar para casar com um bicho daquele? — dizia Coragem andando a passos largos pelo bosque.

— Como fizeram isso?!

— Acho que Zen pensou que seria uma boa piada — respondia Coragem caminhando e pegando algumas plantas que ia encontrando.

— Piada vai ser quando eu acabar com ele!

— Faça o que quiser — dizia Coragem fazendo um corte em uma arvore com uma pedra pontiaguda que tinha achado e colhendo a seiva com uma folha.

— O que pensa que está fazendo?

— Remédios — dizia Coragem colocando algumas plantas na boca.

— Entende de herbalismo?

— Não sei o que é isso, apenas aprendi a usar as plantas certas do jeito certo — respondia enfiando folhas na boca e mastigando.

— E como sabe qual é qual?

— Irae me ensinou a sentir as propriedades de cada uma e agora cale-se que está me atrapalhando — respondia o garoto que depois cuspia uma pasta verde que misturava com o dedo na seiva da folha e depois colocava na cabeça e vários outros arranhões e cortes que tinha.

— E onde está seu mestre?

— Foi atrás de uma pessoa — respondia Coragem fazendo careta, pois aquilo ardia.

— Acha que o conselho não percebeu o desaparecimento dele logo antes do ataque surpresa?

— Nada disso me importa…

— Em breve você, seu mestre e aquele cachorro cheio de bomba vão sofrer uma execução sumária por traição!

Coragem para de caminhar e vai até uma árvore um pouco mais baixa e se pendura e quebra um galho seco e depois passa o esfregar em uma rocha rapidamente.

— O que está fazendo? Precisa de uma arma? — dizia Noah sorrindo e mostrando suas garras.

— Vou acabar com você! E é agora! — diz Coragem com a lança apontada e Noah dá alguns passos para trás.

“Boommmmmm!!!”

“Boooooommm!!!”

“Boooommmmmmm!!!”

O som de coisas explodindo ocorria a alguns quilômetros dos dois.

— Uma luta está acontecendo! — gritou Noah correndo na frente.

— Isso… Corre mesmo… — dizia Coragem correndo atrás com sua lança.

Os dois correm pelo bosque e atravessam por uma grande árvore caída entre dois desfiladeiros e do outro lado havia o resto de um bosque onde duas criaturas se encaravam.

Os dois garotos que estavam agachados em um arbusto, conseguiam ver de longe os dois monstros, um estava de costa para eles e vestia um manto roxo escuro com bordas douradas e do outro lado estava um Brilhoso ajoelhado no chão coberto de sangue roxo. Então o guerreiro de manto faz um movimento mais rápido que o disparo de laser que ia sair da testa do Brilhoso. O alien caí morto com pescoço cortado.

E em silêncio os dois ficaram. O desconhecido de manto roxo olhava para a criatura morta aos seus pés.

A criatura estava com as os olhos totalmente brancos e sem vida, sua boca estava semi aberta e do seu pescoço o sangue escorria e formava uma trilha de sangue. O desconhecido encarava o cadáver. Pensativo sobre o que tinha acabado de ocorrer. E totalmente imóvel ficou por alguns minutos.

Noah e Coragem não ousavam se mexer. Sabiam que o inimigo morto era poderoso e que se o estranho de capuz roxo havia sido capaz de o matar, fraco não era. Em seus íntimos ambos sabiam que só porque era um monstro de Halloween, não queria dizer que era amigo.

— Você aí! Se aproxime! — gritou a criatura de longe.

O coração de Coragem gelou de medo e Noah ignora Coragem, sorri e saí da moita com o peito estufado.

— Eu sou Noah do clã Dragão Vermelho, irmão da General Isabel e filho do Lorde Drácula! Quem é você?

— Eu sei quem você é… — disse a criatura ainda de costas e emendou — General Snot do fronte Oeste.

— Acho que lhe vi algumas vezes… Então, em nome do Lorde Drácula, exijo que nos escolte até algum portal — dizia Noah atravessando o imenso tronco que ligava as duas pontas do vale, indo em direção a criatura.

— Nós?

— Sim, eu e o esterco — disse Noah olhando para trás e Coragem saindo rapidamente com sua lança.

— Olá! Bom dia! Como está? Espero que bem. Muito prazer, meu nome é Coragem — dizia Coragem acabando de sair da moita e falando e indo até o tronco co Noah e fazendo o cumprimento oriental.

E ao se aproximarem um pouco mais a criatura se vira: Sua aparência era humanóide, mas só em formato, pois o resto era uma gosma verde. Não havia olhos, apenas as órbitas. Que passou a encarar Coragem, mas logo Noah rompe o silêncio:

— Peço que o senhor use o talismã de portal para que consigamos voltar para Halloween.

— Já gastei todos.

— Todos os cinco?

— Todos os quinze.

Coragem e Noah olharam um para o outro com os cenhos erguidos.

— Mas por que o senhor não pediu outro? — continua Noah.

— Por que era a minha terceira recarga e não tinham mais.

Então a criatura que continuava a encarar Coragem pergunta:

— O que pretende matar por aqui com esse espeto? — perguntou a criatura.

— Vampiros — respondeu Coragem apontando para Noah.

A criatura “revira os olhos” e se vira em direção das rochas e começa a escalar várias grandes rochas, mas este escalava com uma gosma que se esticava rapidamente por baixo do seu manto e lhe fazia chegar onde queria, assim avançava rapidamente.

— Ele te acha um babaca — disse Noah correndo e depois saltando vários metros altura, rocha após a rocha.

— Babaca é você! — respondia Coragem correndo e escalando as rochas o mais rápido que podia.

— Qual seu nome? — perguntou Noah que acompanhava de perto a criatura.

— Snot.

***

— Há, olha só… Não é que ele agüentou o ritmo? — dizia Noah olhando para o horizonte sem se virar, ao seu lado estava Snot.

Coragem acabava de chegar ao alto do morro, estava imundo e encharcado de suor.

— Você pensa que eu não percebi que você se adiantava e preparava armadilhas!

— Não sei do que está falando…

— Maldito vampiro… — dizia Coragem apertando com força sua lança que agora era só um pedaço de pau quebrado.

E quando sobe mais um pouco o morro, vê no fundo do vale uma grande chapada, sobre a chapada estava os restos de uma grande fortaleza destruída e ao redor trincheiras, restos de construções, muitos corpos e uma névoa verde.

— Estão vendo o horizonte ao fundo da chapada?

— Sim — disseram os dois ao mesmo tempo e depois olhando feio um para o outro.

— É de lá que as principais forças do exército Brilhoso virá, temos alguns dias para achar o oficial Brilhoso e o matar, antes que cheguem aqui.

— Qual o nome deste lugar antes de ser todo destruído? — perguntou Coragem olhando a imensa cidade fortaleza semi destruída com trincheiras ao redor e ao redor de tudo mais floresta.

— Fortaleza de Marburg.

— Certo — disseram os dois ao mesmo tempo e olhando feio um para o outro novamente.

— O senhor sabe o porquê das tecnologias não funcionarem? — perguntava Coragem olhando para cima. Já que Snot era bem alto e um pouco corcunda.

— Creio que os portais e a energia elétrica não estarem funcionando direito seja culpa também dos Nativos, já que os Brilhosos também estão tendo que usar cristais de energias em seus veículos e armas.

— É, mas os cristais deles são bem melhores que os nossos — acrescentou Noah.

— Muito melhor que os nossos — complementava Snot.

— Eles são tão incríveis assim?

— Se estamos agüentando essa guerra é por causa dos nossos números, sendo mais especifico devemos agradecer aos necromantes e uma mediana mina de cristais de energia que encontramos — disse Snot calmamente.

— E onde fica essa mina que eu nunca ouvi falar?

— No subterrâneo do nosso acampamento idiota.

— Há…

— Como acha que tínhamos um escudo de energia tão grande? — dizia Noah.

— Nunca parei para pensar nisso, passei boa parte do meu tempo salvando vidas, não tinha tempo para passear — dizia Coragem olhando feio para Noah.

— A entrada para a capital de Jóia Verde… — dizia Snot apontando seu dedo verde para o horizonte e um pouco a direita onde havia os restos de uma entrada onde alguns metros a frente começava uma floresta — Não se enganem, não está vazio…

— São muitos? — perguntou Noah.

— Sim… São muitos… — dizia Snot olhando para os restos da fortaleza e para a entrada ao coração de Jóia Verde.

— O senhor sabe o que é essa névoa? — perguntou Coragem.

— Preparem-se para o pior.

E o grupo passa a descer pelo morro íngreme quando sentem algo os observando:

— Acabaram de nos perceber…

— Que venham. — dizia Noah com seu rosto ficando parcialmente demoníaco.

— Não… Vocês dois, vão e me esperem lá — apontava Snot para uma construção.

— Naquele prédio? Isso é coisa de covarde.

— Tudo bem eu te espero lá — concordou Coragem prontamente.

— Covarde!

— Há! Então vai lá com essas suas unhas de moça enfrentar toda a lista telefônica de monstros!

— Como sabe que são vários monstros? — perguntava Noah.

— Esta coisa estranha está certa, vão e me esperem lá. — disse Snot liderando.

Coragem mostrou o dedo do meio para o vampiro e seguiu enfrente com Snot, Noah pensou em empurrá-lo morro a abaixo mas se controlou pensando que pudesse atrair os inimigos antes do desejado.

Chegando ao chão o grupo se aproximava de uma entrada para as trincheiras. Coragem correu até vários corpos mutilados de soldado e pegou armas, munições e tudo que parecesse útil e colocando em seu bornal tático.

Então começaram a ouvir “passos” de algo que fazia tudo tremer.

“Poft!” “Poft!” “Poft!”

— Eu vou na frente. — disse Snot se esticando e ficando em campo aberto logo, acima das trincheiras e alguns segundos depois tiros passaram a ser disparados.

— Seja útil! — gritou Coragem jogando para o vampiro uma Ak-47 negra.

— Parece que vai ser duas vezes mais complicado… — dizia Noah pegando a arma e recolhendo vários pentes e enfiando em seus bolsos.

— Por quê?

— Olhe para Snot!

E ao olhar para cima Coragem vê Snot avançando em meio a um forte tiroteio sem desviar dos tiros. Mas se dá conta:

— Tem até projeteis de metal sendo disparados!

— Olha só que gênio…

— Mas como? — dizia Coragem agachado e pegando uma SIG-Sauer MPX, uma pistola TTI STI combat Master, algumas granadas e uma máscara de gás e sem olhar para Noah, jogava mais alguns equipamentos e munições para o alto que caía praticamente nas mãos de Noah.

— Não sei, mas não foi você que disse que achava bom destruir Halloween? Então, aí está um bom começo — disse Noah engatilhando sua arma e entrando no corredor da trincheira.

Coragem dá de ombros e pega uma máscara de gás de um monstro caído e avança com Noah com uma pistola Kimber Super Carry, uma espingarda Benelli M2 Super 90, alguns cartuchos e algumas granadas.

A terra começava a tremer intensamente, parecia que tudo e mais um pouco estava sendo disparado em Snot. As explosões faziam estrondos enormes e apavorantes, as metralhadoras disparavam sem cessar. Apitos eram assoprados indicando para os soldados avançarem. Gritos de guerra eram ouvidos o tempo todo, mas, rapidamente cessavam e novos iniciavam.

Monstros de todo tipo, alguns com armas de fogo, outros com armas brancas e outros com cajados ou mesmo desarmados corriam de um lado para o outro gritando onde Snot estava. Os monstros apoiavam suas armas e disparavam tudo o que tinham contra Snot, usavam todo tipo de arma, metralhadoras, granadas, mísseis, explosivos, escopetas e etc. Os que usavam armas brancas, tentavam lhe enfrentar no mano a mano, mas não duravam mais que alguns golpes. Mesmos os maiores com imensos machados que faziam a terra tremer, rapidamente eram mortos com golpes fatais ou cortados ao meio. Os feiticeiros no geral atacavam a distância e disparavam bolas de fogo, de ácido e tudo mais que podiam, alguns tentavam trazer os mortos de volta a vida, mas estes que voltavam a “vida” tinham sua segunda morte ainda mais rápida que a primeira.

Snot era extremamente ágil e suas duas “mãos” haviam se tornado duas laminas que somadas a sua grande velocidade e flexibilidade fatiava tudo que entrasse em seu caminho. As balas lhe acertavam o tempo todo, mas não faziam nada com ele, alias, lhe serviam de munição, quando algum inimigo estava longe e ele cercado, Snot cuspia as balas a vários metros ou mesmo quilômetros e matando quem ele queria.

E os que lhe davam um pouco mais de trabalho, entre alguns golpes trocados, esperava uma brecha e cuspia a bala no meio de suas testas, abrindo um buraco na parte de trás de suas cabeças. Os mísseis e explosões maiores estes ainda lhe acertavam mas sempre que possível o General Snot usava os próprios monstros como escudos, mas a sua velocidade o flexibilidade o ajudavam muito a evitar os ataques mais pesados. Quando estava excessivamente cercado, de suas costas, saiam lanças de gosma em alta velocidade, tão rápidos quanto tiros.

Entre saltos e velozes arrancadas retalhava tudo e quando conseguia chegar dentro das trincheiras um verdadeiro massacre ocorria.

Noah e Coragem por sua vez avançavam pelos corredores com névoa verde. Os dois avançavam um cobrindo o outro, não por que queriam, mas sim por que suas vidas dependiam um do outro. Se comunicavam com olhares, cutucões e sinais táticos, avançavam rapidamente e qualquer ruído se agachavam e escondiam-se em caixotes ou com os cadáveres.

Em determinado ponto quando chegam a uma curva e Noah ia se virar, Coragem o puxa para trás o derrubando no chão e o puxando junto da parede. Mas quando ele ia reclamar Coragem lhe tapa sua boca e pede silêncio com o dedo.

Os dois sentem um calafrio e sentem passar por trás deles algo grande e pesado. Somente ouviam o som de pesadas correntes chacoalhando e chão tremendo.Ali ficam em silêncio alguns minutos até o perigo passar.

— Se colocar sua mão em mim de novo eu lhe arranco os braços! — sussurrou Noah puxando uma faca.

— Eu acabo de te salvar e você me ameaça! A próxima vez eu lhe deixo ser trucidado e aproveito para correr!

Noah se levantava e batia nas próprias roupas se limpando da terra do chão.

— Como sabia que tinha algo vindo sendo que nem eu percebi?

— Se chama “sentir” é uma espécie de sexto sentido e usei isso para te derrotar.

— Me derrotar… —  caçou o vampiro — Qual é o alcance disso?

— Acho que quatro ou cinco metros no máximo — respondia Coragem atendo a outros sons e sensações que sentia ao redor.

— Então você guia!

— Não me de ordens chupa cabra!

— Cala-se antes… — e uma chuva começava enquanto a noite tomava o lugar do dia.

— Bem agora… — disse Noah.

— Isto é bom, vai esconder os nossos cheiros, sons dos passos e vai nos dar uma camuflagem extra — dizia Coragem pegando lama e esfregando em si próprio.

— Só um animal como você precisaria disso, eu serei o próximo Lorde Drácula!

“Bummmmmmmmm!!!!!!!!”

“RoaOAoaAoarrrrrggggggg!!!!!!!!!!”

“Buuummmmmmmmmmmmm!!!!”

Rugidos, explosões e tiros voltavam a ser ouvidos mas a poucos metros deles. Noah rapidamente passa a fazer o mesmo que Coragem.

Os dois voltavam a avançar pelas trincheiras, que agora além de estarem cheias de corpos, também estavam enlameadas. Com a forte chuva caindo, ambos não precisavam mais se preocupar com cada passos que davam. E com Coragem liderando e apontando onde o perigo estaria, antes de estar, ambos avançavam ainda mais rápido. A chuva havia se tornado uma tempestade e a noite era escura como um breu, somente iluminada pelos clarões das explosões e das pistolas sinalizadoras.

— Por que paramos.

— Inimigos bem ali frente… Melhor esperar… — disse Coragem subindo encima de uma caixa e vendo o intenso tiroteio que se concentrava em Snot. Este por sua vez saltava de um lado para o outro cortando ao meio várias monstros diferentes.

— Com certeza foi esta névoa verde… — dizia Noah apoiado na parede de terra da trincheira e verificando sua arma.

— Que só tem monstros de Halloween aqui? — perguntava Coragem com a voz baixa, mas ainda espiando a luta.

— Este oficial Brilhoso deve ser muito poderoso, pois sozinho derrotou todo este fronte.

— Os feiticeiros não deveriam ter feito algo com esta névoa?

Noah apenas dá de ombros.

— Os monstros que esperamos sair são quão fortes?

— Acho que classe D e C, mas…

— Então vamos atacar! — disse Noah sorrindo e virando a próxima curva a direita e seguindo após alguns caixotes e corpos gigantes tombados. Então, abriu fogo:

“Brrrrrrrrrrzzzzzzzzzttttttttttttttttttt!!!!!!”

Um grupo de zumbis de olhos alaranjados que recarregavam alguns morteiros. Tem suas cabeças desintegradas com os tiros. Somente um resiste pois este usava um capacete e colete de aço, mas quando se vira para atirar com sua metralhadora, Noah já está próximo o suficiente e lhe quebra o pescoço com um forte apertão:

“Crack!”

— É assim que um monstro de verdade age… — dizia Noah sorrindo e vendo que Coragem havia acabado chegar.

— Ah é? Então vai ser verdadeiro monstro com aquele ali! — disse Coragem apontando para trás de Noah.

A criatura salta sobre Noah e o derruba enquanto tenta lhe morder. O monstro lembrava um tronco humano feminino grotesco, com pernas de aranha e uma cabeça deformada com alguns fios de cabelos negros e dentes afiados. Com uma língua cumprida e também afiada tentava atravessar o rosto de Noah. Coragem começa a disparar na cabeça da criatura com sua escopeta várias vezes até a munição acabar.

— Acabou!

— Sobe encima dela e enfia a faca! — gritava Noah lutando contra as patas e sempre se esquivando por muito pouco da língua afiada.

Coragem salta sobre a criatura e com uma faca passa a dar vários e vários golpes em sua nuca, mas por mais que se esfaqueasse a criatura, ela não caia. O sangue negro espirrava a cada golpe, a lamina prateada entrava e saía, mas aos gritos, a criatura continuava obstinada ao ataque sobre Noah.

— Maldição! —  gritava Noah ao ser atingido no rosto.

A faca continuava a entrar e sair, mas nada parava a criatura. Então Coragem se lembrou de sua energia e concentrou em suas mãos e a apunhalou com tudo que tinha, a ponto de um pedaço do cabo entrar dentro do monsto:

“Ffffffftt!!!!!!”

O monstro para por um segundo e Noah consegue atravessar o peito da criatura com sua mão e esmagar seu coração. O monstro caí morto no chão.

Noah, se arrasta na lama de costa empurrando a criatura para trás para sair de baixo dela.

Coragem não conseguia se mexer e encima da criatura morta ficou. Estava coberto de sangue negro. Suas mãos tremiam.

— Isto foi tenso… —  dizia Noah pegando sua metralhadora caída na lama.

E Coragem não conseguia se mexer e nem falar.

— Os gritos desta coisa deve ter chamado atenção de outros vamos logo sair daqui — dizia Noah com um pequeno sorriso ao ver as mãos de Coragem tremerem.

E em silêncio, guarda sua faca, pega sua arma no chão e continua.


[Não esqueçam de comentar e recomendar]

[Leiam BEYOND? O Denn finalizou a novel!]

Ei, você gosta desta novel? Acha que tem pontos a se melhorar? Ou acha que o autor já conseguiu expor toda sua experiência com esta obra? Diz pra gente lá no novo site da Central Novels!

Noite de Halloween, O árduo caminho da Coragem: Capítulo 76
Noite de Halloween, O árduo caminho da Coragem: Capítulo 78