Noite de Halloween, O árduo caminho da Coragem: Capítulo 74

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Noite de Halloween, O árduo caminho da Coragem: Capítulo 73
Noite de Halloween, O árduo caminho da Coragem: Capítulo 75

“Caros leitores, precisarei viajar por algumas semanas para o meio da roça e não sei se terei internet lá, deste modo estarei postando dois capítulos hoje que valerão por duas semanas, creio eu,  que tudo deva se normalizar até lá (ou não), eis os capítulos, espero que gostem.”

Autor: Allan | Revisão: Allan

Cap.74

Cercados.

— Maldição o sol está quase nascendo! — gritava a bela mulher agora vestindo uma armadura de aço reluzente.

— Munição! — gritava Noah vestindo a farda típica que os soldados usavam mas sem o casaco.

Soldados com casaco negro e armadura atiravam pelas janelas da aeronave, enquanto disparos de lasers verdes castigavam o metal blindado do veiculo abatido.

Explosões faziam a areia espirrar, a cada tantos segundos lasers de calibre maior batiam com força no metal do veiculo fazendo todos que estavam dentro balançar.

— Maldito Dellmonte! — gritava isabel erguendo sua mão e depois apertando com força e ao longe se ouviu uma explosão gritos.

— O que o marechal tem haver isso?

— Isto aqui! — dizia Isabel tirando de uma bolsa pequena em sua cintura uma bengala com uma pedra verde.

— O que é isso?

— Isto é o que liga Dellmonte com os brilhosos e creio que foi este cajado que desligou nossas defesas.

— O que é isso?!

— Após eu ser expulsa da luta eu aproveitei que praticamente todos estavam no ringue e entrei no quarto dele e usando alguns rituais antigos eu encontrei isto em uma dimensão oculta.

— Então não foi coincidência nossa aeronave ser abatida?!

— Não achou estranho nossa aeronave ser abatida a poucos quilômetros do acampamento?! — dizia Isabel olhando rapidamente por uma janela quebrada da aeronave.

— Acha que foi fogo amigo?! — dizia Noah conseguindo um pente e recarregando e voltando a atirar

— Tenho certeza! Dellmonte não está sozinho! — dizia Isabel apertando com força o pulso e outra explosão acontecia de onde vinham os tiros.

— O meu plano era que nós nos afastássemos daqui e usássemos um portal de bolso, mas se quebrou durante a queda!

— Espero que o time de resgate consiga chegar! Quantos você já contou?!

— Eu contei dez categorias A, sessenta e dois B e cento e vinte cinco categorias C e todos armados com armamento pesado! Fora aqueles canhões deles que devem explodir um categoria B+ facilmente! — dizia Noah que disparava sem parar.

— Malditos traidores… — sussurrava Isabel e apertava sua mão com força novamente.

— Soldado, não obteve mais respostas no rádio?! — gritava Noah para um dos poucos soldados que ainda estavam vivos.

— Não senhor! A última transmissão dizia que um especialista em resgate estava vindo até nós! — gritava o soldado em meio ao ensurdecedor tiroteio que vinha de dentro da aeronave quanto de fora.

— Isabel! Evoque alguma coisa! — gritava Noah.

— Acha que evocar é igual puxar um gatilho?! — gritava a mulher.

— Munição! — gritava Noah novamente, mas ao se virar para o lado o soldado ao lado estava com buraco enorme na cabeça.

Noah, se abaixa e percebe que era seu último pente, recarrega sua arma rapidamente e continua a atirar. Cinco soldados ainda estavam vivos, mas um a um iam caindo, pois a blindagem não agüentava mais. Os disparos e explosões já tinham partido a aronave em dois e parte do teto já não havia mais. A munição estava praticamente esgotada e a munição do inimigo parecia não ter fim. A situação era desesperadora.

— Os Brilhosos estão avançando! — gritou um dos soldados disparando sua última bala.

— Isabel crie uma cobertura que teremos alguma chance!

E olhando rapidamente pela janela Isabel viu uma dezena de Brilhosos com armaduras acizentadas, capacetes modernos e rifles apontados vindo em suas direções enquanto atiravam e eram cobertos por disparos de outros mais atrás.

A vampira protegida pela coluna de aço da aeronave fecha os olhos e os mantem fechados por alguns segundos enquanto respira profundamente, e quando os abre, agora, totalmente brancos, e com muita força fecha os punhos e abre rapidamente e uma imensa explosão de areia cobre toda a área!

— Estão próximos! — gritou o último soldado vivo que sacava sua faca e se preparava para sair dos restos da aeronave.

— Que venham! — gritou Noah transformando seu rosto para uma aparência semibestial.

Quando vários soldados estavam próximos da aeronave Isabel e Noah avançam sobre a cobertura de areia. General Isabel saca seu sabre que estava em sua cintura e começa arrancar cabeças e os corta em dois com certa facilidade. Além de ter uma força imensa, também era tão rápida quanto um piscar de olhos, seus inimigos só se davam conta que estavam mortos quando se viam no outro lado.

Noah não eram tão rápido quanto sua irmã, mas mesmo assim, causava forte arrependimento nos soldados que tinham vindo. Com grande habilidade e técnicas marciais, derrubava, torcia, arrancava seus rifles e os usava como cacetetes contra eles próprios.  Com um pouco de técnica, as garras de seus dedos entravam na garganta de seus inimigos como se não fosse nada ou mesmo lhes usava como escudo com os disparos e quando tinha chance, fazia questão de usar toda a sua força para lhes enfiar a mão no peito e  lhes arrancar os corações.

Os soldados Brilhosos por sua vez tentavam atirar mas os dois vampiros eram rápidos demais, quando conseguiam os achar e conseguiam mirar, os dois já não estavam mais lá. Isto quando não usavam de refém e matavam vários ao mesmo tempo. Em poucos segunos de batalha e muito sangue do lado deles derramado, perceberam que ou eram seus companheiros de batalha ou eram eles próprios, então começaram a abrir fogo mesmo em seus companheiros, mas as armaduras que usavam provou ser eficas em uma hora ruim.

Em menos de dois minutos todos os soldados Brilhosos que tinham avançado, estavam mortos e areia começava a diminuir e os tiros voltavam a raspar por suas cabeças.

— Volte! — gritou Isabel!

E rapidamente os dois estavam de volta aos restos da aeronave agachados, enquanto centenas de tiros castigavam o restante das placas de aço.

— Mesmo com toda aquela areia eles podem nos ver! — gritava Noah rasgando uma bolsa de sangue com os dentes e bebendo.

— Os desgraçados enxergam de muitos modos!

— Por que os que estavam ao redor cessaram fogo enquanto lutávamos?

— Para não acertar os deles!

— Que lógica louca!

— Esta lógica já matou todo nosso esquadrão! — apontava Isabel para os vários corpos despedaçados.

E os tiros luminosos agora estavam ainda mais acirrados, arrebentavam as grossas vigas de aço da aeronave.

— Por que não avançam e nos matam de uma vez! — gritava Noah abrindo outro saquinho de sangue.

— O discípulo do general Irae lhe bateu com tanta força assim?

Noah apenas fechou a cara.

— Eles sabem que não é bom entrar na toca de uma tigresa classe S — dizia a vampira sorrindo e apertando a mão do irmão com gesto de carinho.

— Então eles vão nos matar de longe!

— Nunca se sabe… — dizia a Vampira de olhos fechados enquanto desenhava na palma de sua mão com sua unha alguns símbolos.

—General! Algo está acontecendo! — gritou o último soldado que espiava com um pequeno espelho.

Ao se levantarem e espiarem o imenso círculo de soldados que estava ao redor da nave, passaram a disparar para o outro lado.

— Em nome do caos primordial o que está acontecendo!

Uma imensa nuvem de poeira vinha do horizonte.

— São os reforços! — gritou o soldado! — E estão todos a cavalo!


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