Noite de Halloween, O árduo caminho da Coragem: Capítulo 46

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Noite de Halloween, O árduo caminho da Coragem: Capítulo 47

“Olá jovens, ontem eu não pude postar por motivos de força maior, mas em compensação colocarei dois capítulos hoje (e por que este é curto). Espero que estejam gostando e eu agradeço aos que enviam comentários, sempre me incentivam a continuar, prometo que a coisa vai continuar a melhorar e muito, abraços.”

Autor: Allan | Revisão: Allan

Cap.46

O calafrio do lobisomem.

— Senhor, acabamos de receber um alerta de emergência!

— Como?

— Parece que um categoria superior ao S+ não registrado surgiu em Halloween!

— Onde?!

— Não temos certeza ainda, mas é próximo da fronteira da região oeste e da região sul.

— Como não tem certeza? O que os sensores acusam?

— Não acusam senhor!

— Como? — dizia a criatura ficando de pé.

— A equipe técnica acaba de me dizer que provavelmente todos os sensores da região fritaram devido a força da energia.

— Houve alguma violação dimensional na área?

— Só um segundo senhor… — dizia o soldado olhando para um pequeno tablet com um cristal embutido. — Não.

Por alguns segundos a imensa criatura hesita, mas logo volta a comandar.

— Coloque os nossos melhores clarividentes atrás desse S+…

O assistente era uma espécie de leão humanóide vestido com uma farda negra e tinha imensos músculos.

— Senhor… — hesitou o leão.

— Fale…

— Os nossos melhores clarividentes e até os melhores da central estão todos em coma…

A imensa criatura se vira e desfere um golpe com suas garras em seu imenso trono de madeira que voa e se espatifa na parede.

O monstro desce os poucos degraus onde ficava sua poltrona e caminha lentamente pelo salão com as mãos para trás. Calmamente olha para seu grandioso salão madeira, madeira que veio de uma floresta sagrada, que seus próprios ancestrais tinham tomado para eles próprios. Tachos de fogo estavam dispostos por todo o salão e junto com um grande castiçal de variados gigantes chifres ajudavam a iluminar tudo. Estatuas e totens em madeira estavam rentes as paredes do salão, tanto as estatuas e os totens eram de animais. Os pilares do salão também eram de madeira e entalhado neste pilares estava a história do seu clã, podia se ler de baixo para cima, da direita para a esquerda e quando se acabava, ia-se para o próximo pilar. Peles de variados tipos de monstros e animais estavam por toda parte, tanto no teto, quanto nas paredes. Ainda nas paredes as cabeças dos seus inimigos mais poderosos estavam e até as cabeças dos inimigos dos seus antepassados ali estavam.

Bem no centro do salão estava um lagarto com chifres e asas do tamanho de um búfalo sendo assado a rolete, e ao lado alguns barris de cerveja e vinho.

Os guardas neste salão eram poucos, apenas dois na entrada do salão, mas quase tão grandes e musculosos quanto o seu mestre.

Ao chegar no meio do salão e observar bem as cabeças dos seus inimigos mortos e respirar profundamente.

— O que faremos Alfa Lorde? — disse o leão suando frio.

— Convoque uma reunião de emergência com os outros Lordes, por algum motivo… Dies Irae… Está de volta.


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