Zero’s Mahoutsukai no Gakusei: Capitulo 12 – As Últimas Preparações!

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Autor: Rebellion

Revisor: Rebellion

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Rael me olha com um olhar de estranheza, mas sem dizer nenhuma palavra, ele segue até a casa dele, eu vou atrás o seguindo. Dentro da casa, ele me entrega uma caixa de papelão com várias armas dentro, ele aponta para um quarto e fala.

 

— Lá dentro tem mais caixas de papelão, umas 10 ou mais, não contei elas, e pegue as ervas que estão em cima de mesa, não sei quais você quer, mas lá tem em torno de 20 ervas diferentes que podem ser encontradas nas redondezas.

 

Eu pego a caixa com armas e as ervas, guardo as ervas que estavam embrulhadas num papel, no bolso. A caixa de arma estava pesada, afinal, tinha em torno de 6 espadas longas, 2 escudos, 3 espadas curtas e alguns arcos e flechas, além que a minha força estava se desfazendo, precisava absorver mais Magia! Retiro minha luva direita rapidamente, e absorvo só um pouquinho de magia a mais. Depois de recolocar a luva, consigo levantar a caixa de armas facilmente com uma única mão. Coloco a caixa de armas dentro das outras 12 caixas que haviam dentro da salinha, levanto tudo e agradeço o Rael.

 

Clark estava me esperando do lado de fora, atento como um cão de guarda, a Stephanie e a Sonia estavam tentando brincar com ele, mas ele não se movia. Quando ele me vê, ele vem em minha direção.

 

— Eu esperei aqui, assim como você mandou, chefe! — Ele fala fazendo, ainda com postura de soldado.

 

— Muito bom, cadete! — Eu entro na onda também. — Vamos indo, temos muita coisa para fazer na nossa missão!

 

Dou um “Tchau” para as duas garotas e sigo até a toca com o Clark.

 

Chegando lá, todos os outros estavam nos esperando apreensivos, ou melhor, quase todos, o único que parecia calmo na situação era o velho Lan, ele estava mexendo em alguns frascos com alguns líquidos. Quando eles me percebem, todos se viram para mim e endireitam a coluna, esperando que eu começasse a explicar a estratégia. O velho Lan se vira para mim e com um grande sorriso pergunta se eu trouxe as ervas.

 

— Só consegui essas… — Entrego as ervas que Rael havia me dado.

 

O coelho idoso analisa com uma cara séria e volta a dar um grande sorriso.

 

— Essas são perfeitas, vai dar para fazer um gás sonífero e até mesmo um gás que vai fazer eles ficarem se cagando por uma semana, KUKUKU — Ele dá uma risada maliciosa.

 

Todo o resto se juntam fazendo uma roda na mesa de madeira que havia na sala, alguns estavam sentados, outros em pé, eu era um dos que estavam em pé. Coloco as grandes caixas de papelão com armas dentro, em cima da mesa e percebo os olhares duvidosos deles. Dou uma tossidinha para tirar o pigarro e começo a explicação.

 

— Bem, nós começaremos na maciota, atacaremos de noite e um guarda de cada vez, tentaremos apagar o máximo de guardas desatentos e que estão longe do palácio do Cocyl… — Dou uma pausa e vejo que ninguém estava entendendo nada ainda. — … Vejam, cada um de vocês tem habilidades muito boas para um ataque furtivo, Cris, você conseguiria chegar tranquilo atrás de guardas, se misturar isso com algumas poções soníferas, você conseguiria fazer muitos dormirem! Além que eu tenho uma outra tática, mas ela é meio arriscada… Nessa tática, seriam necessários o San e o Cris, o San chamaria a atenção do máximo de guardas possíveis. Enquanto isso o Cris aguardaria em cima de uma árvore com um frasco com gás sonífero, assim que o San juntasse os guardas, Cris atacaria o gás neles, porém San teria que ser realmente muito rápido para escapar do gás!

 

Eles começam a pensar com o cenho franzido, essa estratégia seria muito arriscada, qualquer erro e alguém poderia morrer.

 

— Caso algo de errado e tenhamos que lutar, Bron, Tom e Rup podem lutar juntos, Bron na linha de frente, com uma espada e um escudo. Tom no meio, com uma espada longa e Rup com arco e flecha atrás… — Antes que eu pudesse continuar, o Velho Lan fala comigo, de costas para mim.

 

— Não nos subestime, Humano. Nós não somos assim tão fracos, nó fugimos de um exército, nós podemos lutar, claro, esses três são as melhores escolhas para uma batalha em conjunto, mas sabemos nos proteger sozinhos. — O velho Lan parecia ter se irritado com o que eu tinha falado.

 

Eu fico quieto por um tempo, até que resolvo continuar.

 

— Então isso é perfeito, caso de alguma falha, vocês podem se proteger, mas ainda assim, antes de entrarmos na cidade, precisamos arrumar uma rota de fuga!

 

— Tem a grande rachadura no contorno do muro, essa rachadura fica na esquerda que eu me lembre… — Jez opina, forçando a sua mente a se lembrar de que lado estava.

 

— Mas qual o tamanho da rachadura? Precisa ser um lugar que passe todo mundo. — Eu pergunto.

 

— é grande o bastante para até mesmo o Tom passar, mas não acho que os guardas passarão, pois eles usam armaduras grandes. — Dyr responde.

 

Isso era bom, assim eles poderiam fugir caso algo desse errado. San parecia inquieto com alguma coisa.

 

— Mas isso não iria demorar muito? Até fazermos os guardas dormirem, isso se nada der errado, como que chegaremos até o palácio de Cocyl? — San pergunta.

 

— Não iremos todos até lá! — Eles me olham surpresos. — Será só eu e o Barik que iremos, para isso que as caixas de papelão irão servir!

 

O Barik demora um tempo até entender o que eu quis dizer com isso, mas quando ele entende, ele arregala o olho e pergunta desesperado.

 

— VOCÊ TEM CERTEZA DISSO?!

 

— Sim, já vi fazerem isso várias vezes, ninguém nunca suspeita! — Se bem que eu só vi fazerem isso em jogos de vídeo-game.

 

Nós iriamos nos esconder nas caixas de papelão e nos arrastar até o portão do palácio, na verdade, tentaríamos entrar dentro do palácio e ir até a sala em que Cocyl estava, esse era um plano perfeito, não teria como dar errado!

 

— Caso algo aconteça, você pode cavar um buraco, não é mesmo? — Pergunto para Barik.

 

— Ainda assim… Não seria tão rápido, você teria que me dar cobertura… — Ele fala com um ar de preocupação.

 

— Quanto a isso, sem problemas! — Tento acalma-lo.

 

Todos estavam apreensivos, com medo de algo dar errado. Eu tinha que acalma-los de alguma forma, pois se não, algo realmente poderia dar errado.

 

— Não se preocupem, vai dar tudo certo! Pensamos em tudo, não tem como dar errado! — Mas até eu estava com uma sensação de estar esquecendo de algo.

 

O velho Lan dá uma gargalhada e se vira para nós, com seu grande sorriso, mas dessa vez estava meio sinistro.

 

— Terminei as poções, consegui fazer até uma a mais e alguns gases!

 

Ele entrega para todos algumas poções. Uma delas em especial me chama muito a atenção, pois era uma poção vermelha e me lembrava poção de HP (Poção de vida nos jogos RPG).

 

— Isso seria uma poção de vida? — Pergunto para o velho Lan.

 

Ele me olha surpreso e fala.

 

— Como você sabia?

 

— Digamos que já vi várias delas… — Mas só no mundo virtual.

 

O velho Lan explica aos outros como essa poção funcionava, e que eles tinham que usar apenas quando estivessem muito machucados. Aquilo aliviou a tensão deles.

 

Depois de todo mundo se preparar, colocando algumas armaduras de couro que haviam vindo de brinde na caixa, apunhalarem as armas, todos nós partimos no meio da noite para o palácio de Cocyl, finalmente eu iria acabar com toda aquela bagunça!

 

Eu imagino várias explosões atrás de nós e alguns óculos escuros caindo do céu em nossos rostos.

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Nota: Pessoal, aqui é o Rebellion, comentem o que acharam, tipo, comentem, COMENTEM O_O ! Preciso saber o que estão achando da história e tals, é importante. Além disso, ajudem a aumentar as Views dessa novel e das outras desse site, mostrem para amigos e etc. É isso ai.

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