Reborn: Evolving From Nothing – Capítulo 13

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Ative o Modo Noturno

 

Tradução: Denn | Revisão: The Careca


Dragão Divino

Gaia ficou parada, com a cabeça inclinada para o lado enquanto olhava para o estranho e minúsculo dragão verde parado no centro do vale. A mão dela descansava sobre o Lobo de Sangue, acariciando seu ombro suavemente.

Ela se virou e olhou para Brutus.Ela então se virou e olhou para Dorian.

E depois de volta a Brutus.

E então de volta ao Dorian.

“Esse é um dos seres que distorceram o Destino? Isso que fez Lorde Marcus mandar uma ordem de caça?”

A declaração de Gaia era mais uma pergunta do que uma afirmação. Sua voz estava cheia de incredulidade enquanto ela continuava acariciando o ombro de Salum.

“Se o lobo nos guiou até aqui, isso me parece um palpite seguro.”

Brutus respondeu olhando para o pequeno e estranho dragão com um olhar entediado. Mesmo dessa distância, ele podia sentir que era uma criatura fraca. Ele provavelmente poderia derrotá-lo com um único golpe, a menos que estivesse escondendo algum poder secreto.

“Ele… está cozinhando um cervo em uma fogueira?”

Sua voz era inexpressiva, quase sem emoção. Seus olhos, no entanto, estavam completamente sérios.

“Parece que sim.”

Brutus grunhiu, extremamente despreocupado.

“E agora está cantando?”

Ela continuou com seus olhos fixos no pequeno dragão. A voz de Dorian cantava calmamente pelo vale, espalhando alegremente aquela melodia.

“Sim.”

Brutus respondeu, esfregando o queixo.

“E agora… está dançando?”

Gaia piscou e então olhou para as mãos, se beliscando.

“Coelhinho enérgico esse aí.”

Brutus encolheu os ombros.

Gaia se virou e olhou para ele, revirando os olhos em aborrecimento.

“Te mataria mostrar interesse em alguma coisa?”

Brutus deu-lhe um sorriso, mostrando o branco de seus dentes pontiagudos e vampíricos.

“Eu tenho alguns interesses. O que você gostaria de aprender?”

Ele estava prestes a continuar, dando-lhe um sorriso malicioso, mas abruptamente ficou completamente sério, com sua cabeça virando-se para o norte.

Gaia congelou também, virando a cabeça para o lado oposto do vale, estreitando os olhos.

“Humanos.”

¤¤¤

“É tão gostoso!”

Dorian fez uma pequena dança feliz, seus pequenos pés de dragão tamborilavam enquanto corria ao redor do fogo em felicidade. Cada coisinha, até mesmo as pequenas coisas, pareciam estar muito mais atraentes depois que ele liberava suas preocupações da outra noite.

Ele estava mastigando uma coxa inteira de cervo assado. Era carnudo e bem cozido, o interior derretia com sucos. Os sabores rolavam sobre sua língua quando ele afundava seus dentes neles, o gordo cervo chiando em sua boca.

“É tão bom!”

Lágrimas de alegria vieram em seus olhos.

Fazia muito tempo desde que ele provou algo tão bom quanto isso. Mesmo quando ele estava comendo outras bestas como Salamandra Vermelha, onde suas papilas gustativas se adaptaram para carne crua e com sangue, havia um certo limite mental que Dorian se colocava.

Como alguém com uma mentalidade humana, ele simplesmente não conseguia desfrutar de comer carne crua.

Mas esta coxa de cervo… estava bem cozida… suculenta e deliciosa… a melhor coisa que ele tinha comido desde que ele veio a existir neste mundo.

Dorian olhou para o céu e depois para o veado que ainda estava assando no espeto. Ele se curvou ligeiramente, mostrando seu respeito.

Foi logo depois, no entanto, que ele notou a presença de vários seres humanos caminhando em direção a ele, fazendo com que ele instantaneamente entrasse em alerta.

¤¤¤

“Hey carinha!”

Oblong fez um gesto com as mãos de maneira não ameaçadora, mantendo a voz e o tom baixos.

Depois de observar o pequeno dragão verde, ele percebeu que não era muito poderoso. Os magos eram muito sensíveis à força de outros seres, e geralmente podiam dizer se um ser tinha uma Matriz de Feitiços da Alma mais forte do que eles.

Ele também lançara muito rapidamente uma canção do destino, projetada para vislumbrar informações gerais sobre um ser. A partir daí, descobriu que a criatura era muito jovem para um dragão, embora seus resultados de magia tivessem divagado levemente. O dragão ou nascera a um número relativamente pequeno de dias, ou tinha vinte e cinco anos de idade, seu feitiço não parecia decidir.

Era a maldição da Magia do Destino, pensou ele, balançando a cabeça, exasperado. Qualquer feitiço que tentasse desvendar o Destino seria difícil de entender, especialmente quanto menos informação você tivesse sobre alguém ou alguma coisa.

Ainda assim, a fera diante deles era definitivamente estranha, e definitivamente jovem, e sua magia indicava que o Destino ao redor estava distorcido. Era o alvo que eles estavam procurando.

Ele fez um gesto com as mãos novamente, desta vez em um gesto gentil, indicando para os guardas se aproximarem e começarem a cercar o dragão. Ele não poderia escapar.

Graxital vigiava de perto a besta, as mãos atrás das costas reunindo uma pequena bola de energia negra.

O Mago Real Aymon, enquanto isso, assistiu a tudo desapaixonadamente, ficando na parte de trás do grupo. Ele não parecia confiar em nada sobre a aparência da besta diante dele, provavelmente algo que veio da experiência.

“Apenas relaxe, estamos aqui para conversar. Vamos ser amigos!”

Oblong continuou balbuciando bobagens, concentrando-se em seu tom. Ninguém aqui era fluente em Dracônico, e apesar de tudo que o dragão estava cantando não fosse Dracônico, certamente não estava em uma linguagem que ele entendia.

O pequeno dragão verde ficou congelado, levantando uma metade da coxa de cervo comido até a boca enquanto olhava para os humanos que se aproximavam. Parecia que estava prestes a fugir, seu corpo começava a tremer.

“William.”

Disse Oblong, virando os olhos para o lado por um instante. O jovem Mago usuário da Magia de Madeira provou ser adaptável e calmo, mesmo diante de surpresas. Oblong ficou bastante impressionado com o seu desempenho até agora.

Além disso, a Magia de Madeira, era verdadeiramente um tipo de magia versátil e útil.

William deu um passo à frente, seus olhos focados no pequeno dragão. Uma ligeira gota de suor desceu pela testa enquanto ele se concentrava, sem se deixar vacilar. Por alguma estranha razão, o dragão que ele estava zoneando parecia estar olhando para ele com reprovação.

“Magia de Madeira: Selo-“

“CUIDADO!”

A voz normalmente baixa de Graxital sacudiu o vale quando ele gritou abruptamente em voz alta, interrompendo William.

¤¤¤

“Puta que pariu!”

Dorian se viu em pânico quando viu os humanos se aproximando, congelando. Ele não tinha ideia do que fazer. Ele deveria correr? Ele segurava a coxa de cervo assada na mão, quase como se fosse usá-la como um porrete. Seu coração começou a bater, fazendo-o tremer com qualquer que fosse o equivalente dracônico da adrenalina.

Como ele estava agora, em sua forma de dragão, ele definitivamente não era capaz de confrontar qualquer coisa difícil. Além disso, ele reconheceu um dos humanos aqui. Foi o mesmo humano que tentou atacá-lo em sua forma de Salamandra Vermelha! Aquele que usara magia! Ele deu uma boa olhada no humano.

“Hey carinha!”

Um dos humanos começou a falar uma das línguas que Dorian agora conhecia, Comum. Ele era um homem muito obeso vestindo um conjunto de vestes azuis soltas, com uma tentativa pobre de olhar amistoso em seu rosto. O homem acenou para ele de uma maneira não ameaçadora. Em torno dele, no entanto, vários humanos vestindo armaduras negras começaram a cercar Dorian.

“Apenas relaxe, estamos aqui para conversar. Vamos ser amigos!”

Dorian mentalmente revirou os olhos para as palavras do homem, apesar de seu coração cheio de pânico.

“Claro que você é amigo.”

Ele pensou, seus olhos se moveram de um lado para o outro.

Ele se sentiu estranhamente ameaçado pelos humanos à sua frente, seus sentidos lhe diziam que eles eram mais fortes que ele. Quanto mais perto os guerreiros ficavam e mais perto os homens se aproximavam, maior o sentido de pânico.

“Posso correr?”

Os olhos de Dorian se lançaram para o lado, seu corpo se contraiu. Os guerreiros de armadura negra, no entanto, pareciam mais rápidos do que aparentavam, já cortando a maioria das rotas de fuga. No momento em que Dorian tentou fugir, ele sentiu como se eles pudessem imediatamente alcançá-lo.

Seus olhos brilharam quando ele se forçou a se acalmar, controlando seu medo e analisando a situação. Parecia que ele precisaria confiar na Aura armazenada por sua Matriz de Feitiços da Alma em sua alma.

O Mago que ele tinha visto antes se adiantou,

“Magia de Madeira: Selo-“

“CUIDADO!”

Ele estava prestes a usar a Aura quando veio uma pequena explosão, acertando vários dos guerreiros que o cercavam.

Os homens com armaduras negras à direita e à esquerda foram lançados para trás, quando o que parecia ser uma grande erupção de sangue de vários metros apareceu, explodindo-os. Pequenas ondas de choque se chocaram contra Dorian, atordoando-o quando a cena em torno dele abruptamente se desdobrou no caos.

¤¤¤

“Magia de Sangue! São alguns Nobres amaldiçoados!”

Graxital gritou em voz alta, lançando uma bola de Relâmpago Negro que ele havia formado anteriormente, em direção a um ponto no lado oposto da clareira.

Um par de carvalhos altos explodiu em estilhaços de madeira quando seu ataque atingiu a área, criando uma pequena distração.

Ele imediatamente bateu as palmas e, em seguida, levantou-as, lançando um feitiço.

“Magia de Raio Negro: Chamada Negra!”

Acima deles, quase a mil metros acima, várias linhas de energia negra se formaram, começando a girar. Gradualmente, as nuvens foram atraídas para esse vórtice, lentamente se tornando algo sinistro. Uma forte aura negra de energia cercou Graxital, tremendo ao redor dele.

Aymon, o Mago Real, acenou com as mãos, concentrando-se enquanto criava uma Barreira Espacial transparente que rodeava seu corpo, protegendo-o. Lançar feitiços sem chamar seus nomes em voz alta era um feito extremamente difícil, que só era possível depois de muitos anos de experiência e pratica de um feitiço específico.

Oblong deu-lhe um olhar irritado de lado por um instante. Criando uma Barreira Espacial para proteger apenas a si mesmo… Não era exatamente inesperado, já que eles não eram companheiros, e também não era errado. Sua própria segurança pessoal como mago era primordial, e nem mesmo os magos do Departamento poderiam forçar outros magos a fazer o que diziam, não se fossem de força igual ou maior sob as leis da Autarquia de Borrel.

Mas isso ainda o incomodava.

Oblong grunhiu e estendeu as mãos na frente dele, sua longa experiência como um Mago do Departamento entrando em ação enquanto ele mantinha sua calma,

“Magia do Destino: Guarda Sortuda!”

Um brilho verde o cercou brevemente.

Nem uma fração de segundo depois, várias dúzias de flechas de sangue vermelho brilhante dispararam para frente, mirando os magos na base do grupo, ignorando os guerreiros dispersos e feridos. Essas flechas avançaram a uma velocidade alucinante, carregando uma força mortal.

Apenas algumas flechas de sangue foram para o Mago Real, e todas elas falharam em atravessar a Barreira Espacial de Aymon. Cada flecha que ia em direção a Oblong parecia apenas errar, inteiramente por sorte.

As flechas que tentaram atingir Graxital murcharam quando entraram em contato com a aura negra que o cercava, sem causar nenhum dano.

William, infelizmente, levou o peso do dano aqui.

Ele foi derrubado para trás, voando vários metros pelo ar. Oblong amaldiçoou mentalmente isso, culpando seu próprio mau planejamento.

A diferença entre os Magos de Classe Mestre e Céu não era apenas a concentração de energia.

Uma vez que qualquer mago alcançasse a Classe Mestre, sua matriz de feitiços da alma se transformava levemente, concedendo a eles uma poderosa barreira inata. Essa barreira estaria ativa o tempo todo, mas apenas consumindo energia quando um ataque pousasse nela.

A barreira em si usava uma enorme quantidade de energia e era ineficiente em comparação com a Magia protetora. No entanto, simplesmente ter essa barreira protetora era uma enorme proteção contra ataques surpresa ou ataques físicos.

William, infelizmente, não tinha essa barreira e nem tinha experiência suficiente ou era forte o suficiente para criar um poderoso feitiço protetor a tempo.

O filho bastardo de uma importante família olhou para seu corpo enquanto se chocava contra um conjunto de árvores duras, sentindo suas costelas e pernas se quebrarem. Dois buracos enormes podiam ser vistos, um na parte inferior do peito e outro no quadril, buracos que perfuravam completamente os ossos e a carne. Nenhum traço de sangue podia ser visto nessas feridas.

Seus lábios ficaram pálidos enquanto ele estava sobrecarregado de dor. Com as mãos trêmulas, ele girou os dois dedos, gaguejando.

“Magia de Madeira: Ramos de Cura do Grande Elmo.”

Pouco depois, ele entrou em colapso, seu corpo entrou em choque com as feridas horrendas, caindo inconsciente. Ao redor dele, vários pequenos ramos cresceram do chão e começaram a cobrir seu corpo em um casulo.

Um momento depois, duas figuras entraram na clareira. Um enorme homem, com um conjunto de manoplas carmesim nas mãos e braços, e outra mulher linda, usando um fino e revelador conjunto de armaduras de couro preto. Sua pele tinha um leve tom de pele cinzenta e uma aura de sangue rodeava os dois.

“Nobres amaldiçoados.”

Falou Oblobg em voz alta, segurando as mãos diante dele enquanto ele assumia o comando. Aymon assistiu tudo em seu contínuo desapego, nem mesmo tentando ajudar. Oblong poderia até senti-lo se preparando para fugir, usando sua magia espacial. Ele ficou puto novamente.

“Este é o território humano! Vocês não têm o direito de estarem aqui. Saiam imediatamente!”

Oblongo ameaçou-os, ganhando tempo enquanto Graxital carregava seu feitiço.

Os nobres vampiros, ou Nobres, como eram frequentemente chamados, eram uma das raças dominantes nos 30.000 mundos. Enquanto a Autarquia de Borrel controlava mais de 10.000 mundos, as três Famílias de Vampiros controlavam apenas 91 mundos.

Mas não se engane. Não era porque eles eram fracos. Era porquê eles simplesmente não queriam controlar outros mundos além desses 91. Os Senhores Dragões, ao lado de cada Família Vampira foram capazes de lutar com o Rei dos Magos – Telmon.

Oblong preparou-se mentalmente, estudando cuidadosamente as duas figuras à sua frente.

Ainda assim os Vampiros e Dragões eram incapazes de derrotar Telmon. Aquele homem era simplesmente uma anormalidade por si só.

Os nobres pareciam abominar a mudança, geralmente permanecendo nos mundos que já haviam conquistado, governando-os como bem entendessem. Assim, a Autarquia de Borrel e as Famílias Nobres não colidiram com muita frequência, não depois que a Autarquia aprendeu quais mundos os Nobres controlavam. Mesmo o Vampiro mais fraco era equivalente em força a uma fera de Classe Terra, assim, superando os humanos mais fracos.

A Autarquia tinha problemas muito maiores para se concentrar, como as Tribos Dracônicas ou a Aliança Graal.

Oblong sacudiu os pensamentos dispersos de sua mente enquanto se concentrava nos Nobres na frente dele, preparando-se para reagir. Não havia chance de que esses dois estivessem aqui por acaso. Eles devem estar aqui por causa da perturbação do destino também.

“Sair?”

A voz da mulher suavemente encheu o ar do vale, uma sugestão de alegria. O vampiro grande e bruto deu um passo à frente, dando um sorriso que mostrava seus dentes pontiagudos.

“Por que sairíamos depois de encontrar comida tão deliciosa! Salum! Venha!”

Ela bateu palmas com um sorriso caloroso.

Imediatamente depois, um enorme e volumoso Lobo de Sangue apareceu, pisando no vale propriamente dito.

Os olhos de Oblong se arregalaram quando ele o viu, e ele amaldiçoou novamente. Ele rapidamente começou a planejar uma rota de retirada no caso de Graxital ser incapaz de lidar com eles.

A vampira na frente dele deve estar no auge da Classe Grande Mestre, no mínimo, para ter como familiar esse enorme Lobo de Sangue.

Vampiros tinham habilidades incrivelmente regenerativas, acesso inato à poderosa Magia de Sangue com experiência que superou até mesmo os mais habilidosos Feiticeiros de Sangue humanos, e extrema resistência física e força.

Oblong cerrou os punhos com raiva, os olhos vermelhos e a gordura do corpo tremendo. Ele veio até aqui e até encontrou a perturbação no Destino, o pequeno e fraco dragão verde, e parecia que ele iria perder essa chance para um par de sanguessugas.

Com esse pensamento, Oblong desviou os olhos para o chão entre os vampiros e ele, onde o dragão verde estava no chão com medo.

Não, não no chão com medo, observou Oblong naquela fração de segundo. O dragão estava, estranhamente, inclinado para a frente com o peito estufado, como se estivesse prestes a gritar, com o corpo tremendo.

Foi nesse momento que todos os seres vivos no vale congelaram completamente.

Todos os animais dentro de dez milhas abruptamente começaram a tremer. Feras da Classe Mestre em montanhas distantes entraram em colapso, animais da Classe Grande Mestre que estavam dormindo, lutando, ou caçando congelaram de terror, seus olhos se arregalando de horror.

Pois naquele momento, uma aura começou a se espalhar, uma aura tão devastadoramente ameaçadora que o próprio ar pareceu tremer. Uma imponente e majestosa neblina vermelha desceu e reuniu-se sobre o minúsculo dragão de escamas verdes, como se ele fosse um mítico animal lendário.

“VOCÊS OUSAM IGNORAR ESTE DRAGÃO DIVINO?!”

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